Portal do Cooperativismo Financeiro Quem ganhará esta guerra de Titãs à Reservas X Sobras X Capital Social, por Ricardo Coelho - Portal do Cooperativismo Financeiro

7 Comentários em Quem ganhará esta guerra de Titãs à Reservas X Sobras X Capital Social, por Ricardo Coelho

  1. Caro Ricardo
    Posso estar equivocado, mas a remuneração do capital seria forma mais interessante de incentivar os investimentos individuais na cooperativa, mesmo que a sobra seja menor.
    Vejo, também, que devemos modificar a visão de curto prazo para uma visão de longo prazo.
    Abraços

  2. Entendo que devemos se preocupar com a solidez da cooperativa, desta forma incentivar os investimentos individuais, a reserva é legal e assim as sobras ficam para segundo plano. Abraços.

  3. Concordo com os comentários acima; A remuneração do Capital Social deveria ser focada no JCP, e a Reserva Legal tambem deve ser aumentada para níveis proximos ao máximo, pois geram retornos futuros a baixo custo.
    Quanto as sobras, da forma que atualmente são distribuidas, vejo que beneficiam quem gera risco para a cooperativa (atraves de captações que podem não ser pagas), enquanto quem corre o risco (associados com maior Capital) não recebem praticamente nada.
    Abraço!

  4. Caro Ricardo, parabéns pelo artigo, que no mínimo nos força e refletir sobre questões estruturantes de uma cooperativa de crédito: o capital social, suas reservas e sua rentabilidade e acrescento a prestação de serviços.

    Observo que muitos dirigentes estão esquecendo do principal papel de uma cooperativa, a prestação de serviços. Vejo um esforço desenfreiado para rentabilizar o capital social e gerar resultados nas cooperativa, mas não podemos esquecer que um dos principais, por não dizer, o principal papel de uma cooperativa de crédito é prestar serviços financeiros e bancários, com diferenciais e se possível abaixo do mercado.

    Portanto, gostaria que aprofundassemos na mensuração dos ganhos “financeiros” que nossas cooperativas de crédito proporcionam para os seus associados e a comunidade com um todo, de forma indireta, ou seja, ao oferecem produtos e serviços financeiros e bancários mais baratos, gerando um ganho imediato no ato da prestação de serviço. Isto merece uma reflexão mais aprofundada.

    Gerar lucro/resultado isto as instituições mercantis (bancos) fazem com muito maestria, dão um show de competência nas cooperativas de crédito. É isto que queremos ser? Temos que mostar o quanto geramos de resultado e “lucro” de forma indireta, por meio da prestação de serviços mais batados e de qualidade.

    Um forte abraço.

  5. Mestre Ricardo Coelho, parabéns pelo artigo. Acredito que nossa missão é acalmar e satisfazer a todos os “Deuses”, com sabedoria pois não temos mais espaço para equivocos. Visando sempre o fortalecimento da Cooperativa, isso refletirá individualmente a cada Cooperado amanhã.
    Abraço.

  6. penso que deveria ser dado um tratamento diferenciado entre pessoas físicas e jurídicas associadas, pois cada uma destas adora estes “deuses” de uma distinta maneira. Isto passa por um convencimento das autoridades fiscalizadoras que a igualdade deve ser vista de modo menos formal, lembrando sempre que não há maior injustiça que tratar igualmente desiguais.

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