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Cooperativistas americanos conhecem modelo de atuação do Sicredi

Grupo está visitando cooperativas e se encantando com as belezas brasileiras

Desde a última semana, doze executivos de cooperativas de crédito americanas estão conhecendo o modelo negócio do Sicredi, principal sistema de crédito cooperativo do Brasil. A viagem faz parte do “Fellows Program“, desenvolvido pelo Departamento de Estado Americano e apoiado pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU), que prevê o intercâmbio de profissionais dos dois países. No final de 2013, doze executivos brasileiros conheceram o trabalho de cooperativas de crédito em diversos estados americanos. Agora, os profissionais dos EUA estão estudando o estilo de atuação do Sicredi e conhecendo as belezas brasileiras.

Fazem parte do grupo a presidente da First Class American Credit Union, Nancy Croix Stroud, o vice-presidente de finanças da Commodore Perry FCU, Timothy Collins, o diretor da NCUA, Hector Noriega, o gerente de relações com a comunidade SC Telco FCU, Terri Hendrix, a coordenadora de marketing e o especialista em treinamentos da Amplify Credit Union, Taylor Richardson e Terry McCoy, respectivamente.

Depois de conhecer o Centro Administrativo do Sicredi, em Porto Alegre, o grupo passou pelo berço do cooperativismo de crédito, em Nova Petrópolis (RS) onde o religioso suíço Theodor Amstad começou a propagar o cooperativismo de crédito no Brasil. Depois, conheceram as atrações turísticas do estado, como as cidades de Gramado e Canela.

Durante esta semana, eles conheceram a estrutura da Central Sicredi PR/SP/RJ e de diversas cooperativas filiadas, além do Banco Central, Ocepar e cooperativas agroindustriais, como Castrolanda, COCAMAR e LAR. O grupo também teve a oportunidade de visitar os cartões postais do Paraná, como o Jardim Botânico de Curitiba, as Cataratas do Iguaçu e a Itaipu Binacional.

Para o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ e da SicrediPar, Manfred Dasenbrock, a vinda dos americanos ao Brasil é de suma importância. “As cooperativas de crédito dos Estados Unidos têm o maior volume de ativos no mundo. E esta troca de experiências permite um aprendizado importante, além de propiciar a prática da língua americana”, destaca.

Na opinião de Terry Mccoy, especialista em treinamentos da cooperativa Amplify, do Texas, conhecer o cooperativismo brasileiro é uma experiência que será levada para o dia a dia. “Nos Estados Unidos, as cooperativas são mais individuais, enquanto no Brasil há um verdadeiro espírito coletivo de ajudar uns aos outros”, ressalta. “É impressionante observar a forma como se educa no Brasil, fazendo com que os membros estejam mais envolvidos com a cooperativa. Isso, de certa maneira, reflete na quantidade de pessoas presentes nas assembleias, algo que não se vê nos Estados Unidos“, completa Mccoy.

Para Taylor Richardson, coordenadora de Marketing da Amplify, o aprendizado vivido no Brasil permite estudar a viabilidade de algumas adaptações no sistema americano, em busca de mais cooperados e resultados. O grande desafio, conforme Taylor, é organizar as cooperativas em um sistema de guarda-chuva, a exemplo do que ocorre no Sicredi, tornando as decisões mais efetivas. “Pode-se unificar departamentos de marketing, de recursos humanos em prol de uma administração mais eficiente. Dessa forma, o cooperativismo tem a chance de se tornar mais importante no desenvolvimento econômico, como acontece no Brasil”, ressalta.

Fonte: Sicredi

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