Fusões de cooperativas de crédito – crescimento através da união

3 Comentários

  1. União pelo Amor,
    Parabéns Ênio por mais uma vez estar tocando no grande desafio que as cooperativas de credito deverão enfrentar nos próximos anos. Está matéria relata a realidade de muitas cooperativas do Brasil. Porem aqui no médio norte do MT a conscientização está mais avançada, estamos em fase final da UNIÂO de duas das maiores cooperativas de crédito do centro oeste, Sicredi Ouro Verde com sede em Lucas do Rio Verde, e a Sicredi centro norte com sede em Novo Mutum. Esta união esta acontecendo pelo Amor, as duas estão solidas e bem administradas, porem entendemos que para continuar trazendo ainda mais benefícios para seus associados que é a razão da existência de uma Cooperativa unir forcas é o melhor caminho. A nova Cooperativa estará presente 15 municípios, com mais de 40.000 associados, PL superior a 215 milhões e mais de 1.200.000,00 de ativos. Esta união pelo amor só esta acontecendo pelo desprendimento aos cargos por parte dos dirigentes e pelo espirito empreendedor de seus associados.

  2. Bom dia. Possuo uma visão um pouco diferente. Acredito que para a expansão de um sistema deva existir mais cooperativas e pouca estrutura hierárquica entre a cooperativa e um banco cooperativo. Acredito que desta forma haverá um contato maior entre associado cooperativa – a parte humana que diferencia a cooperativa de crédito de um banco, e a solidez financeira, por sua vez, deve ser dada pelo banco cooperativo a todo o sistema.
    Com certeza Ênio a redução de custos é algo que deve sempre ser discutido, porém, acredito que pode ser feita de outra forma, assim como a solidez financeira de um sistema para atender as grandes demandas por créditos de grandes tomadores.
    Em um país, e um Estado como o RS, quanto mais empregos gerados na ponta do sistema – ou seja dentro das comunidades – melhor será para estas, em uma grande maioria são geralmente pequenas comunidades. E assim pode-se tentar frear o êxodo do interior para as capitais.
    Vejo que tudo é questão política, mas se pensa em fazer mega cooperativas dentro do sistema, se pode fazer um mega sistema com várias cooperativas.

  3. Caros Eledir e Júnior,

    Fico feliz com os seus comentários e suas opiniões. É nessa dialética, serena e produtiva, que vamos identificando o melhor modelo para o nosso ainda jovem cooperativismo de crédito. Não tenho dúvida alguma que, concluídos os processos de racionalização intrassistêmicos já em curso e revisto, logo mais, o paralelismo intersistêmico de componentes organizacionais (dando vida ao Sistema NACIONAL de Crédito Cooperativo…), as condições de competitividade na ponta melhorarão muito, facilitando a coexistência de cooperativas de diferentes portes…

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