Tânia Regina Zanella é a nova presidente executiva da OCB

Novo ciclo da OCB reforça escuta, estratégia e governança

Novo ciclo da OCB reforça escuta, estratégia e governança. Com a posse de Tânia Regina Zanella como presidente executiva, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) inicia uma fase marcada por representatividade mais robusta, governança modernizada e atuação institucional ainda mais estratégica. Ao assumir o comando executivo, Tânia destaca a escuta qualificada como ponto de partida e o alinhamento estratégico como disciplina essencial para traduzir as demandas das cooperativas em agendas claras, bem estruturadas e de alto impacto público.

Escuta qualificada e posicionamento institucional

Desde o início, a nova gestão prioriza a escuta ativa das cooperativas e das unidades estaduais do Sistema OCB. Assim, capta sinais relevantes, organiza as demandas e coordena posicionamentos com precisão técnica e consistência política. Desse modo, a OCB fortalece sua voz na interlocução com os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, ampliando a capacidade de influenciar políticas públicas, reduzir incertezas regulatórias e garantir segurança jurídica para o desenvolvimento do cooperativismo.

Governança dual: clareza de papéis e eficiência

Como resultado da reforma estatutária, a OCB implementa a governança dual, separando as responsabilidades estratégicas do Conselho de Administração das funções executivas da Presidência. Com isso, ganha agilidade, aumenta a transparência e profissionaliza processos, elevando a qualidade das decisões e a capacidade de resposta às mudanças do ambiente regulatório e às necessidades do setor. Além disso, o novo arranjo alinha a entidade às melhores práticas, preparando-a para um ciclo de maior complexidade e ambição.

Ato cooperativo e representação permanente

Paralelamente, a defesa do ato cooperativo permanece como prioridade. A OCB antecipa riscos, qualifica intervenções técnicas e fortalece alianças institucionais, assegurando reconhecimento do modelo cooperativo como vetor de produtividade, inclusão e desenvolvimento territorial. Portanto, a entidade sustenta um diálogo contínuo e propositivo com o governo e o Congresso, buscando ambientes regulatórios favoráveis e instrumentos que ampliem a competitividade das cooperativas.

Educação, inovação e novas lideranças

Para sustentar o crescimento, a gestão investe em educação, inovação e formação de lideranças. Dessa forma, promove competências para um mercado mais digital e sustentável, incentiva a participação de mulheres e jovens e integra temas estruturantes — como transformação digital, financiamento e sustentabilidade — às prioridades do Sistema OCB. Com isso, conecta estratégia, execução e comunicação, garantindo que as ações cheguem com clareza às cooperativas e à sociedade.

Legado recente e projeção internacional

Em 2025, o cooperativismo brasileiro consolidou protagonismo ao celebrar o Ano Internacional das Cooperativas e participar ativamente da COP30, reforçando seu papel nas agendas climáticas e sociais globais. Nesse contexto, a OCB projetou o modelo cooperativo como solução concreta para desafios contemporâneos, combinando eficiência econômica, responsabilidade ambiental e impacto social duradouro. Assim, prepara o setor para um novo patamar de influência e relevância nos próximos anos.

Um novo capítulo para o cooperativismo brasileiro

Ao assumir a Presidência Executiva, Tânia Regina Zanella simboliza avanço histórico em representatividade e acelera uma agenda de futuro: escuta qualificada, alinhamento estratégico, governança eficiente e comunicação consistente. Em síntese, a OCB inaugura um ciclo moderno e colaborativo, pronto para liderar transformações econômicas e sociais, com foco em competitividade, inclusão e sustentabilidade.


Elaborado pelo Portal do Cooperativismo Financeiro com informações da MundoCoop

Conteúdo baseado em entrevista concedida por Tânia Regina Zanella à MundoCoop

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