Em parceria com o BNDES, Cresol começa a operar com o Pronaf B

“O Sistema Cresol carrega em sua missão a inclusão por intermédio do crédito, e não seria justo que a Cresol não pudesse participar ativamente das políticas sociais que são desenvolvidas a nível nacional para cada vez mais fazer jus aquilo que escreveu lá na sua origem, de incluir as pessoas da agricultura familiar que estão desassistidos do processo de financiamento do meio rural. Temos o orgulho neste ano de 2014 de dizer que conquistamos junto ao BNDES a oportunidade de fazer financiamentos da linha do Pronaf B, uma linha com amplo subsídio, que permite que as pessoas de baixa renda do campo consigam encontrar na Cresol alternativas financeiras para desenvolver suas atividades lá no meio rural, como uma forma de ter um dinheiro barato, com prazo, e subsidiado“, destaca o vice-presidente da Central Cresol Baser, Luiz Ademar Panzer.

A partir desse mês de abril, a Cresol em parceira com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), lança o programa Pronaf B para prestar apoio aos micros e pequenos empreendedores rurais na produção de subsistência.

O objetivo é atender os produtores rurais, agricultores familiares que possuem renda anual de até R$ 20 mil reais, comprovada na declaração de aptidão ao Pronaf. Através de operações de investimentos, financiamentos agropecuários e não agropecuários, limitadas a R$ 3.500,00 reais, com bônus de adimplência de 25% e 40% (região da Sudene), e juros de 0,5% ao ano.

“Faz parte da nossa característica enquanto Cresol atender os anseios das comunidades, nesse quase 20 anos de caminhada a Cresol evoluiu em montantes, em valores em contratos e agora essa característica de utilizar o Pronaf B, faz com que muitas das pessoas que não conseguiram acompanhar o crescimento das políticas de crédito rural do Brasil são mais uma vez olhadas pela Cresol e serão atendidas pela política do Pronaf B”, diz Panzer.

Inclusão Social

“Para nós é uma conquista do Sistema, pois são poucas as instituições que buscam atender um público que muitas vezes aos olhos dos bancos não geram rentabilidade, e para a Cresol a rentabilidade nesse momento fica em segundo plano, o que fica em evidencia é a possibilidade de gerar condições para esse grupo de trabalhadores que tem na sua grande essência a produção para a subsistência, mas que também contribui muito no fornecimento de alimentos para todo um País”, define Panzer.

Fonte: Cresol

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